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Plataforma digital amplia oportunidades para ensino particular de inglês
   
     
 


12/03/2018

Plataforma digital amplia oportunidades para ensino particular de inglês
Com a novidade, o professor recebe 80% da receita gerada pelo aluno; atualmente, em escolas particulares, esse índice gira em torno de 20%.

Estudantes de inglês e professores particulares do idioma têm agora uma nova alternativa de estudo e de trabalho no Rio Grande do Sul. A QI Faculdade & Escola Técnica, que possui 27 anos de mercado, desenvolveu uma plataforma on-line inédita chamada de QI Fly Personal English, em que o estudante pode escolher seu professor particular de acordo com o valor da hora-aula, disponibilidade e localização, pagar com cartão de crédito através do PagSeguro, realizar suas aulas em casa, no trabalho ou no local definido pelo professor e, ao final, dar uma nota para sua experiência que ficará disponível para outros estudantes. A novidade já está disponível pelo site personal.qifly.com.br

Professor de inglês e coordenador do projeto, Henrique Born explica que um dos principais diferenciais da plataforma é que tanto os alunos quanto os professores podem acompanhar o desenvolvimento dos estudos e o avanço do aluno ao longo do curso e obter um certificado de conclusão ao final. 

“Nossa proposta é que, em um ano e meio de estudos, o aluno tenha autonomia para participar de entrevistas de emprego, viajar sozinho para outros países de língua inglesa e fazer a prova para obter o TOEIC”, comenta Born, que se refere ao Teste de Inglês para Comunicação Internacional, certificado criado pela mesma instituição que desenvolveu o TOEFL. Outra diferença é a flexibilidade de localização. “Se um dia o aluno estiver em Porto Alegre, ele pode selecionar um professor dessa cidade. Se depois ele viajar para Passo Fundo, poderá fazer sua aula com outro professor desse local sem comprometer o andamento dos seus estudos”, exemplifica. 

Do outro lado dessa história, surgem novas oportunidades de mercado. Born explica que a plataforma é aberta não apenas para professores particulares de inglês com experiência, mas também para aquelas pessoas que têm fluência no idioma e nunca chegaram a lecionar. “Enxergamos como uma grande oportunidade de renda extra e até mesmo de a pessoa se experimentar em uma nova atividade”, indica. Levantamento feito no site InfoJobs mostra que existem mais de 12 mil professores de inglês cadastrados apenas no Rio Grande do Sul. 

Esse foi o caso do pesquisador em bioinformática e genômica Samuel Mazzinghy (36). Depois de um estágio de quatro meses nos Estados Unidos em 2002, foi incentivado pelos amigos a dar aula particular de inglês e obter uma renda extra. Desde então, ele divide seu tempo entre o trabalho regular na secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul e aulas particulares e tradução. Mazzinghy foi um dos primeiros a se cadastrar na plataforma. “Sempre fui ligado em tecnologia e inovação. Gosto de pagar as coisas pelo smartphone, por exemplo, e da praticidade que o digital nos oferece. Então achei a ideia da plataforma bastante avançada e me identifiquei, especialmente pela flexibilidade e independência que ela dá ao professor”, comenta Mazzinghy. 

Durante o cadastro, o professor parceiro – que precisa ser maior de idade – passa por um teste que avalia o domínio do idioma e suas habilidades interpessoais. Se aprovado, ele mesmo cria seu perfil na plataforma, define o valor da sua hora-aula, a região de atendimento, o público de preferência e se ele vai até o aluno ou vice-versa. A política adotada pela plataforma é que 80% do valor pago pelo aluno será repassado ao professor e a expectativa é que as horas-aula fiquem na faixa de R$ 40 a R$ 100. Desde de janeiro, quase 300 professores particulares de inglês já se cadastraram. 

Inicialmente, a plataforma vale para Porto Alegre e Região Metropolitana e apenas para aulas presenciais. 

“Uberização” dos serviços 

Com essa plataforma, o ensino particular de inglês ingressa na era da economia compartilhada e no modelo de “uberização” dos serviços, assim como os aplicativos Airbnb e DogHero. A plataforma vem se utilizando das mesmas metodologias adotada por startups para o seu desenvolvimento, como lean startup, customer development, business model generation e design thinking, para assim identificar elementos como o público-alvo, o desenvolvimento do MVP (Menor Produto Viável) e analisar a viabilidade e escalabilidade do projeto.

Os próximos passos, adianta Born, é estender o atendimento da plataforma a outras cidades do Rio Grande do Sul e, em um segundo momento, ainda indefinido, abrir a possibilidade de realização de aulas a distância dentro da plataforma. 

Fonte: Assessoria de imprensa QI Fly Personal English
Autor: Melissa Resch
Revisão e edição: de responsabilidade da fonte

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