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A SELIC subiu de novo. E agora?
   
     
 


27/06/2022

A SELIC subiu de novo. E agora?
Artigo de Juliana Daitx, Consultora de Investimentos Unicred Porto Alegre

Um dos assuntos mais comentados nos últimos meses no mercado financeiro é a alta da taxa de juros. Mas você sabe o que é a taxa de juros, para que serve e como pode usá-la a seu favor? 

A taxa de juros, mais conhecida como taxa Selic é a taxa básica de juros da economia e, portanto, ela influencia todas as taxas de juros do país, tais como: investimentos, financiamentos, linhas de créditos, entre outros. Por isso, é a principal ferramenta de política monetária para conter a inflação. Quando a inflação está alta, o Banco Central eleva a taxa Selic, fazendo com que as linhas de crédito fiquem mais caras para que a população tome menos crédito e consequentemente, circule menos recursos na economia, fazendo com que a inflação reduza. Já quando o governo quer aquecer a economia, ele reduz a taxa Selic para que a população tome mais crédito e consuma mais, assim como vimos na pandemia, quando a taxa Selic foi a 2% ao ano e por que isso aconteceu? Para que as pessoas seguissem consumindo, tomando crédito com juros baixos e mantendo a economia circulando, assegurando o funcionamento das empresas e empregos num período tão delicado. 

Agora, vamos ao que interessa! Como falei logo no início, a taxa Selic influencia também os investimentos e aplicações financeiras, pois quando o Banco Central determina o aumento da taxa, significa que as captações financeiras em renda fixa acompanham este movimento. Neste mês de junho, por exemplo, o COPOM (Comitê de Política Monetária) elevou a Selic meta para 13,25% ao ano, ou seja, como a Selic é a base para todas as demais taxas de juros da economia brasileira, os investimentos de renda fixa passam a ter remuneração semelhante e sem correr riscos. Conforme o Portal de Finanças, o CDI atual é de 13,15% ao ano. Neste caso, é possível ganhar mais de 1% de rentabilidade ao mês em uma aplicação conservadora, algo que não víamos há 5 anos. Claro, vale ressaltar que o mercado é cíclico e assim como estamos em um momento de alta na taxa de juros, sendo favorável para o investidor, podemos entrar em um cenário de queda, como vimos de 2017 a meados de 2021. 

Entender a dinâmica da taxa de juros, pode ajudar a elucidar os melhores momentos de movimento em seus investimentos. Pois como vimos, agora é o melhor momento para obter ganhos atrativos e sem precisar sentir o frio na barriga que o mercado de renda variável geralmente proporciona. Já quando entrarmos no cenário de queda de taxa de juros, o indicado é ter parte da carteira em aplicações prefixadas ou posições que tenham um pouco mais de risco, caso seja compatível com seu perfil. Além disso, ter uma diversificação na sua carteira será sempre a forma mais assertiva de buscar oportunidades e otimizar ganhos no longo prazo. 

Diversificação de investimentos, não necessariamente precisa conter riscos. Aqui na Tua Unicred Porto Alegre, você conta com uma diversificação completa dentro da própria renda fixa, garantindo a segurança dos seus investimentos e diversificando com aplicações conservadoras, incluindo taxas pós-fixadas para este cenário atual, taxas prefixadas para cenários de queda de Selic e taxas com ganho de IPCA, para cenários de alta inflação e correção monetária real do seu capital.

Fonte: jane@marthabecker.com.br
Autor: A autora
Revisão e edição: de responsabilidade da fonte

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