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Muitos casais já resolveram esse problema com a orientação do dentista

Não bastassem os inúmeros barulhos do dia, como a buzina no trânsito, gente falando alto e ainda ter que aguentar, durante à noite, o som chato do ronco do parceiro. Porém, roncar é um problema de saúde que compromete a qualidade de vida, mas os aparelhos orais são uma das melhores opções de tratamento, que deve ser precedida por avaliação odontológica do paciente, que deve apresentar saúde periodental e articular para que o uso do aparelho seja seguro, explica Dr. Ismael Marques Novo, cirurgião-dentista, especialista em Periodontia, expoente em doenças do sono, como ronco e a apnéia.

O Ronco é um problema social sério, atingindo mais de 30% das pessoas, dificultando o convívio social, geralmente tornando a pessoa que ronca alvo de brincadeiras. Roncar é o primeiro sinal que o organismo dá de que existe alguma coisa errada com a respiração durante a noite. É causado pela vibração dos tecidos da garganta, em função da turbulência do ar à medida que as vias aéreas se estreitam.
 
A obesidade, a respiração bucal e o uso de cigarro e álcool agravam o problema do ronco. Se não tratado, pode evoluir para a chamada Apnéia do Sono, parada respiratória que ocorre durante o sono e que pode ocasionar sérios problemas à saúde como hipertensão, enfarte do miocárdio e AVC (derrame), e ainda outros, como o risco de sofrer acidentes automobilísticos, devido a perda da qualidade do sono, além dos transtornos sociais e psicológicos.
 
Segundo o Dr. Ismael Marques Novo, cirurgião-dentista, o ronco e a apnéia do sono podem ser tratados com aparelhos bucais, que avançam a mandíbula e impedem que a língua obstrua a passagem do ar na garganta. As pessoas que roncam têm a impressão de não terem dormido direito e, no dia seguinte, ficam sonolentas e indispostas. Com o uso dos aparelhos orais, o paciente não ronca e não incomoda o parceiro durante o sono. Essa é uma alternativa para evitar a cirurgia, rápida, eficiente, confortável e com custo relativamente baixo.
 
Cuidar desse problema é investir na qualidade de vida!

Autor: Grazia Nicosia e Débora Martins
Fonte: Facto

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