Consumidor RS
Siga:
AGORA
A Violência Doméstica Contra as Mulheres Vozes do Advocacy e Associação Cearense de Diabéticos e Hipertensos promovem Capacitação em diabetes A simplificação que complica Projeto investe mais de R$ 350 mil em novos equipamentos para ampliar capacidade de triagem de cooperativas de reciclagem de Canoas Unimed Porto Alegre celebra marca de 1,2 mil doações de sangue em programa Corrente da Vida Sebrae RS e Estado oferecem apoio à regulamentação da Lei de Liberdade Econômica Bancos terão expediente especial durante os jogos da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo 2026 Fecomércio-RS promove debate com pré-candidatos ao Senado Federal

Entrevista com o Presidente do Sindigás, Sergio Bandeira de Mello

Programa Consumidor RS de 12/08/2019

21/08/2019 Renata Appel Consumidor RS/BR

Presidente do Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo), Sergio Bandeira de Mello, comenta a proposta de venda fracionada de gás de cozinha da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

A proposta de venda fracionada de gás de cozinha da ANP pode resultar em um combustível mais caro por quilo do que o custo de um botijão padrão de 13 kg cheio, pois causaria perda de escala e eficiência, segundo especialistas do setor.

Segundo o presidente do Sindigás, que esteve em Porto Alegre, a nova proposta aumenta o custo de manutenção, de fiscalização, que hoje é feito por amostragem de marcas, e tira a responsabilidade das marcas sobre o produto, o que fragiliza a proteção ao consumidor.

A implementação da proposta também passa por mudanças de infraestrutura na distribuição, já que não há locais para o abastecimento dos botijões. Seria necessário criar um setor de distribuição desse combustível, como hoje são os postos de combustíveis.

O mercado também aponta outro impeditivo para o abastecimento no varejo. Os botijões de gás usados hoje têm tecnologia para ser abastecidos em escala industrial.

O cilindro que é usado para o abastecimento pela forma proposta possuiria uma tecnologia diferente e com outras medidas de segurança.

Segundo estudos do Sindigás, esse botijão seria de 50% a 120% mais caro do que o usado hoje pelas companhias, e que custa, em média, R$ 130. 

Alexandre Appel entrevistou o presidente do Sindigás, Sergio Bandeira de Mello.

Compartilhar: Facebook WhatsApp